terça-feira, 23 de junho de 2009

gato sobrevive mais de uma semana com um dardo encravado no corpo.

Gato chamado 'Dave' sobreviveu oito dias com um dardo encravado no corpo. (Foto: Reprodução/Daily Mail) O dardo passou a poucos centímetros do coração do animal. Ele atingiu seu pescoço e passou por sua caixa torácica. “Dave” acabou sendo encontrado apenas oito dias depois por seus donos, o casal britânico Andrew e Juliet Childerhouse. O gato foi primeiro localizado pelas filhas do casal, Hannah, de 12 anos de idade, e Phoebe, de oito. O casal levou o gato às pressas a uma clínica veterinária para que o dardo fosse removido. Andrew Childerhouse acredita que o felino tenha sido atingido a curta distância. "É revoltante. Quem faria isso com um gato?", questionou ele, destacando que "Dave" tinha desaparecido em 2 de junho e só foi achado oito dias depois. A veterinária Sarah Colegrove, que removeu o projétil, disse que "Dave" teve sorte ter sobrevivido. Segundo ela, o dardo empurrou seus órgãos vitais e artérias para o lado, em vez de perfurá-los.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

nossa religiosidade de cada dia.

Você acredita em Deus? Seja esse Deus chamado de Alá, Jeová, Eloin, Força Superior, ou simplesmente Deus, você acredita? Provavelmente você respondeu sim. Afinal, não há registros de povos onde a crença em Deus não fizesse parte de sua cultura. Cremos em Deus e no Seu amor, bondade e sabedoria infinitas. Cremos na Sua justiça que vela por tudo e por todos. Cremos seja Ele Pai, a cuidar de cada um de nós, Seus filhos. Tudo isso é Deus para nós. Agora, você já se perguntou o que espera Deus de nós nessa vida? O que o Pai deseja de Seus filhos, quando nos envia para a matrícula nesta escola chamada Terra? Quais as Suas expectativas? Ao ser indagado qual o maior mandamento, qual a maior Lei de Deus a ser seguida, Jesus nos explica que é a lei de amor. Amar a Deus sobre todas as coisas, e amar-se para conseguir amar ao próximo como a si mesmo. E para conseguir vivenciar as Leis de Deus, cada um de nós busca um caminho, um que considera especial para si, um roteiro que consiga explicar melhor Deus e Suas leis, a fim de viver de maneira mais feliz e tranquila. Esse caminho que escolhemos é a nossa religião. Como cada um de nós possui diferentes valores na alma, um nível de consciência próprio, uma maturidade emocional específica, é natural que cada um de nós escolha uma forma de ver Deus e entender Suas leis de uma maneira particular. Por isso a diversidade de religiões, pois vemos a mesma coisa, as Leis de Deus, sob aspectos diferentes. Porém, mesmo diferentes em suas sínteses, toda doutrina que promova o bem, que leve o homem ao bem, é digna de respeito. Afinal, a religião em si não é um fim, mas é um meio para chegarmos até Deus. O objetivo maior não é viver a religião, mas caminhar através dela para chegar a Deus. E você já percebeu que nem todo mundo precisa da religião para chegar a Deus, para desenvolver sua religiosidade? Existem inúmeras pessoas que não professam nenhuma religião e, no entanto, têm uma conduta e valores de alto conceito moral. Elas vivem Deus, sem precisar caminhar por uma religião. Outros, no entanto, abraçando essa ou aquela religião, carregam na alma pouca religiosidade. Dizem-se partidários desse ou daquele segmento religioso, mas vivenciam quase nada do que sua religião propõe. Será isso que Deus espera de nós? A religião, de forma alguma, serve para nos fazermos pessoas hipócritas. Muito menos para ser o ópio do povo, como asseverou certa vez um pensador. A religião deve ser o religar de cada um de nós com Deus. Ela vai construindo, em nossa intimidade, a presença de Deus, nos apontando o melhor caminho para dias futuros mais felizes. * * * Não seremos melhores ou piores por professarmos essa ou aquela religião, mas sim pelo que fizermos do nosso caminhar, do nosso viver, do nosso pensar e agir. Se a nossa religião nos oferece um bom direcionamento para sermos pessoas de bem, aproveitemos a chance. No entanto, de forma alguma nos iludamos que a nossa religião é a melhor por si só. Ela será a melhor dependendo do que fizermos dela e com ela em nosso dia a dia.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

você sentirá saudades?

Um famoso pensador, ao ser entrevistado, afirmou que uma das perguntas de maior teor filosófico que mais o fez pensar nos últimos tempos, tinha vindo de sua filha, uma menina de poucos anos de idade. Afirmava o entrevistado que, certa feita, ao dar o beijo de boa noite para sua pequena, ela o surpreendeu com a seguinte pergunta: Pai, quando você morrer, irá sentir saudades de mim? A pergunta da menina, longe da ingenuidade infantil, traz no seu bojo profundos questionamentos filosóficos. Você mesmo já se surpreendeu pensando naqueles que lhe antecederam na viagem de retorno ao mundo espiritual? Já se perguntou onde estarão eles? Sentirão saudades de mim? Ou já pensou em algum momento: Como pode o manto da morte ser capaz de destruir sonhos, romper laços fraternos, separar aqueles que se amam? E já se questionou se aqueles a quem queremos bem, que nos são caros ao coração, que convivemos anos a fio, compartilhando anseios, dúvidas, desafios, medos, com a morte ficam irremediavelmente afastados de nós? É comum dizermos: Perdi meu pai, ou Perdi meu filho, quando esses se vão com o fenômeno da morte. Será verdade que os perdemos? A razão nos diz que não. Como pode a morte vencer os laços construídos ao longo dos dias, dos anos, feitos no olhar, na dedicação, na cumplicidade, no compartilhar de dores e felicidades? Como pode o fenômeno biológico vencer os sentimentos verdadeiros, que nascem nos refolhos da alma e são guardados no coração? Pensar dessa forma é imaginar que Deus pouca importância daria para o amor. Afinal, de que valeria amar alguém, se isso tudo nos levaria ao nada? Já que a morte do corpo é inevitável, inevitável seria então perder nossos amores. A lógica nos conduz ao entendimento das Leis de Deus, a nos explicar que os laços de amor vencem as distâncias provocadas pelo tempo e pelo espaço. Aqueles que se amam, onde estiverem, continuarão se amando, mesmo que momentaneamente apartados. E é isso que a morte do nosso corpo físico nos provoca. Temporariamente, ficamos apartados daqueles a quem amamos. No entanto, logo mais, em um tempo que a vida nos dirá, nos reencontraremos, com as saudades daqueles que, após longa viagem, se reencontram para reviver o carinho, afeto e sentimentos que sempre existiram. Quem parte de retorno ao mundo espiritual, pelo fenômeno da morte do corpo físico, é alguém que nos antecede na viagem de volta. Como nos ama, de lá fica nos aguardando, para um reencontro inevitável. Naturalmente sente saudades como nós, sente nossa falta, como sentimos nós a dele. * * * Quando a saudade dos amados apertar nosso peito, que nossos pensamentos sejam de carinho, com a certeza de que nos encontraremos. Aguardemos sem revolta pois afinal, dia desses lá estaremos nós, a revê-los, no retorno que também faremos ao mundo espiritual.

o velho pai.

O cenário é comum, a cena é singela. Num banco de jardim da casa estão sentados um homem idoso e um jovem. O jovem lê o jornal, com atenção. O idoso parece imerso em algo indefinível. Então, um pequeno pássaro pousa no arbusto próximo e canta. O homem parece despertar e indaga: O que é aquilo? – apontando com o dedo na direção da pequena ave. O rapaz alça os olhos e diz, secamente: É um pardal. A avezita saltita de um galho a outro e a pergunta se repete: O que é aquilo? A resposta agora não é somente seca, mas também denota enfado: Já disse, é um pardal! O pássaro voa do arbusto para a árvore, continuando na sua dança matinal. O que é aquilo? – soa de novo. Agora, o rapaz se irrita e quase grita: É um pardal! A ave, feliz, prossegue no seu bailar. Alça voo e parece desaparecer. Poucos segundos passados e retorna ao chão, bicando aqui, saltitando acolá. O homem leva a mão aos olhos, como se desejasse ajustar a visão embaçada e, com natural curiosidade, pergunta: O que é aquilo? O filho responde, em altos brados: É um pardal! Já disse: um pardal. E soletra, aos gritos: P - a – r - d – a – l. Você não entende? O homem se ergue, sobe os degraus, adentra a casa, lento e decidido. Pouco depois, retorna com um velho caderno nas mãos. A capa é bonita, denotando que foi guardado com cuidado, como se guardam preciosidades. Abre-o, procura algo, depois o entrega ao rapaz, ainda inquieto e raivoso. Leia! – ele pede. E acrescenta: Em voz alta! Há surpresa no moço, que lê pausada e cada vez com maior emoção: Hoje, meu filho caçula, que há uns dias completou 3 anos, estava sentado comigo, no parque, quando um pardal pousou na nossa frente. Meu filho me perguntou 21 vezes o que era aquilo e eu respondi em todas as 21 vezes que era um pardal. Eu o abracei todas as vezes que ele repetiu a pergunta, vez após vez, sem ficar bravo, sentindo afeição pelo meu inocente garotinho. Então, o filho olha o pai. Há culpa e dor em sua alma. Abraça-o, lacrimoso, beija-lhe a face, emoldurada pela barba por fazer. Estreita-o, puxando-o para perto de si. E assim ficam: um coração ouvindo outro coração. * * * Cenas como essa acontecem todos os dias, em milhares de lares, em todo o mundo. Nossos anciãos, de braços dados com Alzheimer, demência senil ou problemáticas outras, indagam, perguntam, questionam. A memória recente lhes falha. Mergulhados em retalhos de lembranças do passado, não entendem porque recebem gritos como resposta. Pensemos nisso! E se as lágrimas nos umedecerem os olhos, não tenhamos vergonha de abraçar com amor nosso velho pai, nossa mãe, vovó, vovô, madrinha, tia... Agora.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

não espere!

Não espere um sorriso para ser gentil; Não espere ser amado para amar; Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado; Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante em sua vida; Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar; Não espere a queda para lembrar-se do conselho; Não espere... Não espere a enfermidade para perceber o quanto é frágil a vida; Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar; Não espere a mágoa para pedir perdão; Não espere a separação para buscar reconciliação; Não espere a dor para acreditar em oração; Não espere elogios para acreditar em si mesmo; Não espere... Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado; Não espere o eu te amo, para dizer eu também; Não espere o dia da sua morte para começar a amar a vida

mansidão.

Não se exalte não se irrite, não discuta… A mansidão e a serenidade conquistam os corações e representam a felicidade. Ninguém resiste a uma pessoa calma e serena, e esta pode resistir a todos. Não há força que derrube a mansidão, e nada é empecilho para ela. Os mansos e serenos conseguem tudo o que desejam na terra, com a vantagem de jamais estragarem sua saúde tão preciosa

quinta-feira, 4 de junho de 2009

ações cruéis.

Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pródigo em tudo providenciar ao homem. Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e lã. Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das árvores ou aprisionados em gaiolas douradas. Retribuem as carícias com fidelidade extremada, até o sacrifício da própria vida. Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais? Basta se viaje e nas rodovias se encontram à venda várias aves, especialmente periquitos e papagaios, recém retirados do seu habitat. Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para não alçarem vôo. Se a necessidade ou a ignorância de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a negócios ou a passeio, que pára e adquire o espécime? Para quê? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno? Logo, o bichinho está relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando não por doenças que contrai pela alimentação inadequada que recebe. De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e cágados. Também retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da criançada... Por algum tempo. Até crescerem tanto que deixam de ser engraçadinhos. Alimentados de forma incorreta, têm os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o são, a zoológicos da cidade. Para que tirá-los da condição de liberdade? Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que é fruto do seu egoísmo e do pouco valor que dá à vida. Já se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos à mostra, carregando fardos pesadíssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos. Patos e suínos confinados em espaços mínimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos. Onde o respeito à vida, à natureza, ao ser inferior? Conscientizemo-nos de que somente alcançaremos a felicidade, quando não venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam. Porque em síntese, toda agressão à natureza redunda em prejuízo para quem a pratica. * * * Carl Sagan, astrônomo americano, disse que se fôssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que não há vida inteligente na Terra. É que o hipotético viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra estão destruindo suas fontes de vida. A camada de ozônio, as florestas tropicais, o solo fértil, tudo sofrendo constantes ataques.